quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Bossa-nova, um patrimônio mundial


A bossa-nova, como o samba, também é patrimônio cultural do Rio de Janeiro. É pouco. Deveria ser do mundo inteiro. O movimento que revolucionou a música brasileira comemora 50 anos em 2008.
É interessante que, na Internet, quando se digita jazz nas buscas de torrents, a bossa-nova sempre aparece em destaque – Tom Jobim, claro, como o nome mais forte do gênero. Não é jazz, é quase, é tudo.

Imagem: capa do disco “Chega de Saudade”, o primeiro LP de João Gilberto, um marco na história da bossa-nova. A imagem não foi captada da Internet: foto do LP, que integra meu precioso acervo (comprei por R$ 1 numa loja de móveis usados).

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